quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Ao toque.

Não simplesmente voltar, mas ressignificar. Talvez um recomeço. Para terminar o já começado. E dançar. Tão simples e potente, o toque das extremidades geladas do corpo, tornam-se a energia que "liga esse corpo, ativa, ou, reativa. Em poucos minutos estamos dançando como se nunca houvéssemos parado, pelo caminho entre outros corpos que despertam, se apoiando e se (re)conectando. Instável e trêmulo, meu corpo é, mais uma vez, dança; sensação que não se desloca e, pelo contrário, gruda no suor que pinga. Surgem questões, problematizações, situações, fluxo no tempo, imagens, reações. O que importa é o momento, a sensação, o acontecimento. É voltar a tentar, experimentar, reabrir, buscar, produzir, enfim, dançar. Obrigada.