quinta-feira, 3 de maio de 2012
Bienal Internacional de Dança de Curitiba
Durante a semana de 22 a 29 de abril acontecia a Bienal Internacional de Dança de Curitiba.
Como participante venho aqui contar algumas de minhas experiências em oficinas como aluna, em espetáculos como espectadora e no palco como bailarina. Mas a principio preciso dizer que me senti honrada e privilegiada por estar participando, em todos os sentidos, e principalmente extasiada com a oportunidade e experiência.
Meu primeiro contato com a Bienal veio através do espetáculo "Só em Acapulco", do coreógrafo Rafael Pacheco, que tive o prazer de apresentar no palco do Teatro da Reitoria com a Téssera Companhia de Dança da UFPR. Já havíamos colocado este espetáculo no palco na temporada realizada pela companhia em 2011 portanto imaginei que não haveria problemas, que estaríamos seguros, mas a responsabilidade fez com que esta visão se desfizesse em minha mente.
Responsabilidade por vários motivos. A primeira Bienal Internacional de Dança da qual eu participaria, os trinta anos da companhia, o respeito pela obra e pelo coreógrafo, me fizeram perder o chão. E ainda sou uma das bailarinas mais novas da companhia, falta-me a maturidade de minhas colegas. O peso da responsabilidade nesse momento era enorme e me fazia tremer.
Depois do espetáculo comecei a participar da Bienal apenas como aluna das oficinas e espectadora. Os muitos espetáculos assistidos trouxeram, sendo eu aluna do curso de Dança da Faculdade de Artes do Paraná, várias informações válidas para minha formação, e as oficinas me fizeram enxergar outras formas de dança que antes ainda eram distantes. Uma experiência incrível ver como outros bailarinos trabalham e criam que não da mesma forma que eu. Muito importante aprender com bailarinos e professores que vivem realidades diferentes da minha, como os mministrantes estrangeiros de oficinas que fiz.
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