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| "Eu, Bertold Brecht, vim das florestas negras. Minha mãe me trouxe para a cidade quando eu ainda estava em seu ventre. O frio das florestas permanecerá em mim até a minha morte. |
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| "Nas cidades de cimento me sinto como em casa. Desde o princípio abastecido com os últimos sacramentos: Os jornais. O fumo. E a aguardente. Desconfiado, preguiçoso e, afinal, contente." |
| "Eu sou gentil com as pessoas. Uso um chapéu coco que é como eles costumam fazer. Eu digo: esses animais tem um cheiro esquisito. E digo: isso não tem importância, eu também tenho." |
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| "De manhã me sento na minha cadeira de balanço em companhia de algumas mulheres. E observo todas, indiferente, e lhes digo: Minhas senhoras, não confiem em mim." |
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| "De noite reúno outros homens à minha volta. Nós discutimos e nos tratamos por 'gentleman' Eles põem os pés em cima das minhas mesas e dizem: tudo vai melhorar. E eu nunca pergunto: quando?" |
| "Raça frívola nós nos fechamos nas casas que acreditamos indestrutíveis (Assim nós construímos os altos edifícios da ilha de Manhattan e as antenas compridas que conversam por cima do Atlântico)." |
Bibliografia: PEIXOTO, Fernando. Brecht. Coleção: Vida e Obra. 3ª edição. Editora: Paz e Terra. 1979.






